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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

PRESIDENTE DO SINDUPE REFORÇA APOIO AO GRUPO "UM COREN PARA TODOS"



Pior que o crack, que a maconha, que a cachaça, que a cocaína, que a cola ...

Não é só o efeito do entorpecente que aliena o individuo da realidade - há formas de ver o mundo que parecem ter o efeito de uma droga, deixando a pessoa fora de si, sem senso crítico, com mente obnubilada e sem o velho semancol – vivendo no mundo da lua. Isso passou por minha cabeça quando terminei de ler um comunicado, há alguns meses, enviado pelo Coren-PE.

Informava, o Coren-PE, que por “zelar pelo exercício profissional”, faria“um levantamento estatístico quantitativo com o objetivo de avaliar a dimensão do uso indevido de drogas dentre os exercentes de enfermagem e seus familiares”.O resultado da pesquisa serviria para o Coren-PE apresentar “estratégias de ações voltadas para a assistência especializada aos usuários de substâncias psicoativas tanto quanto a seus familiares”. Pronto, um grande factoide estava armado!

Trabalho na Enfermagem há 20 anos - comecei no Hospital Santo Amaro – da Santa Casa de Misericórdia. Quando li sobre a iniciativa da atual gestão do Coren-PE, fechei os olhos e tentei lembrar com quantos drogados ou dependentes químicos eu havia trabalhado... Em todo lugar sempre há os que consomem a droga lícita do álcool – de forma moderada ou em excesso. Mas nunca trabalhei com algum companheiro que fosse ao plantão sob o efeito etílico, com alguém que houvesse se excedido na cana, na cerveja ou no whisky e corresse para o plantão. Forcei a memória, mais ainda, e não me lembrei de companheiros dependentes de droga ilícita, como maconha, cocaína, cola ou qualquer outra porcaria dessas. Não que na Enfermagem não existam dependentes desse tipo de produto, só que nunca trabalhei com algum nos meus plantões. Veio-me, então, a seguinte pergunta: será a droga, lícita ou ilícita, a grande miséria da Enfermagem?

Como disse, em 20 anos de trabalho nunca dei plantão, com todo respeito, com maconheiro, com cocainomaníaco, com cheirador de cola ou tomador de cana inveterado. Por outro lado, cansei de trabalhar com quem tinha depressão, ansiedade ou LER/DORT por ter laborado em condição antiergonômica por muito tempo – sem falar nos que foram acometidos por outras tantas doenças do trabalho. Também trabalhei com diversos companheiros vítimas de acidentes de trabalho e de violência no trabalho. E cansei de trabalhar em ambientes sem a menor proteção para enfrentar os riscos biológicos, químicos, físicos e mecânicos.

Se a atual gestão do Coren-PE tivesse mesmo o ânimo de “zelar pela Enfermagem”, como quer fazer crer, faria uma grande campanha por melhores condições de trabalho para os profissionais de Enfermagem. E iria, nos locais de trabalho, fiscalizar e autuar gestor que faz do profissional de Enfermagem uma peça de reposição, que suga todo o seu vigor e depois se livra dele, como bagaço, deixando-o, muitas vezes, até incapacitado para arrumar outro trabalho e sem saúde. A droga que tem acabado com o profissional de Enfermagem, e destroçado sua família, é a droga da condição precária, nojenta e odiosa de trabalho; é a droga do excesso de trabalho, sobrecarga de pacientes e o número reduzido de profissionais por setor; é a droga da omissão da atual gestão do Coren-PE em fazer cumprir, de forma intransigente e determinada, o Código de Ética da Enfermagem! E essa droga, mata!

O Huoc é exemplo vivo da forma omissa de o Coren-PE atuar. Segundo o próprio Conselho, há, naquele hospital, 738 profissionais de Enfermagem – entre auxiliares, técnicos e enfermeiros. E, segundo o Coren-PE, há um déficit de 920 (novecentos e vinte) profissionais! O Huoc deveria funcionar com 1.658 profissionais de Enfermagem, mas funciona com 738. Ora, déficit de pessoal de mais de 100% - para ser mais exato, déficit de 124,66%! O que acham disso? O resultado dessa falta de profissionais de Enfermagem é sentida, cotidianamente, por quem dá seu plantão. Um profissional de Enfermagem trabalha por dois! Se o trabalho de um já é penoso, avalie trabalhar por dois. Mas mesmo o Coren-PE tendo feito a constatação de um déficit de 124,66% do pessoal de Enfermagem, não há, ao menos, uma censura ética a quem promove uma desgraça dessa. Um ambiente de trabalho que se organiza com 738 profissionais – quando deveria ter 1.658, é um matadouro de trabalhador. Mata, aos poucos, todo dia, física e espiritualmente – porque é inumano trabalhar em condição assim. E quem deve zelar pela dignidade no exercício da profissão, omite-se politicamente. O Huoc é só um exemplo, pois essa é a realidade em todos os hospitais da rede pública.

É por essa e outras que o Sindupe e mais seis entidades, entre associações, sindicatos e federações decidiu dar apoio ao grupo UM COREN PARA TODOS – INTEGRAR E AVANÇAR. Esse arco político se forma para dar à Enfermagem a combatividade que ela precisa ter. Coren, sindicatos, associações e federação, juntos, podem mudar as condições de trabalho da Enfermagem em Pernambuco. Esse é o nosso compromisso! Pense bem e avalie quem merece seu voto no dia 11 de setembro.

P.S– Nessa eleição muita gente tem perdido tempo discutindo, de forma induzida, questões secundárias e, muitas vezes, irrelevantes. A turma da omissão tem feito mil acrobacias para que o principal não seja discutido. Fique atento!

P.S 2 – Por exemplo, para desqualificar nossa candidata, a Simone, dizem que ela participou de 15 anos de gestão do Coren – no tempo em que a Julita era presidente. Sempre associam seu nome ao de Julita como forma de depreciá-las. Não sei precisar se o tempo exato foi esse, 15 anos, mas participou mesmo. E há algum crime nisso? A Julita era, ou é, alguma bandida? Roubou o Coren? Teve conta impugnada pelo TCU? É a Julita que tem algum tipo de relação com o bandido que está preso em Bangu I? Seria Julita uma sarna? Saiu do Coren por fadiga política – o que é natural. E até onde sabemos, não há nada que desabone sua conduta. Mas o que impressiona, nesse argumento besta e escroto, é a negação da história da atual presidente do Coren-PE – que tem 12 anos de gestão e trabalhou com a Julita também. Usam um argumento para atacar a oposição e escondem o mesmo argumento para defender a situação. Ter trabalhado com a Julita e ter passado pelo Coren não deve ser matéria para condenar ninguém – nem situação, nem oposição. O que definiu nosso voto foi perceber que a atual gestão é incompetente e avessa à possibilidade de fazer com que o Código de Ética da Enfermagem seja defendido de maneira intransigente. Por outro lado, avaliamos que o UM COREN PARA TODOS – INTEGRAR E AVANÇAR tem toda determinação de fazer cumprir o Código de Ética. E isso é um compromisso de campanha que vai ser cobrado pelas sete entidades. Quem faz campanha como a chapaUM COREN PARA TODOS – INTEGRAR E AVANÇAR faz, colocando em primeiro lugar a aproximação com associações, sindicatos, federação e sociedade, só pode estar mais preparada para fazer uma gestão combativa e voltada aos verdadeiros anseios do profissional de Enfermagem.

Gleidson Ferreira é Auxiliar de Enfermagem, preside o Sindupe e não se conforma em ver o Coren ser usado como instrumento de alienação da categoria. Por isso vota na chapa UM COREN PARA TODOS – INTEGRAR E AVANÇAR.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

TEXTO DE APOIO DO SINDUPE ÀS CHAPAS 2 (ENFERMEIROS) E 3 (TÉCNICOS E AUXILIARES DE ENFERMAGEM)



A FORÇA DA OMISSÃO NÃO PODE CONTINUAR
Esta é uma eleição decisiva para a Enfermagem em Pernambuco. Reflita sobre quem merece seu voto!



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Sabemos que a eleição é para o Coren, mas antes gostaríamos de falar sobre os médicos. Se há algo que deve ser aprendido com os médicos é o seu espírito de corpo. Sabem como poucos, defender seus direitos e interesses – não vacilam nunca. Aonde o Conselho Regional de Medicina (CREMEPE) vai, o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (SIMEPE), vai atrás. Ou vice-versa. A simbiose perfeita entre Conselho e Sindicato explica, em grande parte, o êxito na luta que os médicos travam – não só em Pernambuco, mas em todo o Brasil. Quando os médicos encontram situações indignas de trabalho - que põem em risco o seu exercício profissional, a integridade de outros profissionais ou dos pacientes, não pensam duas vezes e decretam a interdição ética. E o que é isso? É a suspensão da atividade médica, em caráter provisório ou definitivo, total ou parcial, utilizada para proteger a boa prática médica, o direito à saúde do cidadão e os direitos humanos. O Hospital Dom Malan, em Petrolina, e o IML, no Recife, já passaram por esse procedimento. Decretando a interdição ética, os médicos não fazem pirotecnia – cumprem, antes de tudo, o que manda o seu Código de Ética. E o governo tem que resolver o problema apontado pelos médicos de forma imediata, sob pena de parecer, para a opinião pública, mais negligente ainda com a Saúde Pública.  Simples assim!


E A ENFERMAGEM?
De forma geral, os trabalhadores da Enfermagem tem enfrentado as mais indignas condições de trabalho no serviço público: muitos pacientes para poucos profissionais; locais de trabalho que não respeitam a ergonomia; assédio; ameaças de agressão física da população; contratos de trabalho que não dão garantia alguma ao trabalhador, etc. Mais especificamente, nossa experiência nos três hospitais da UPE – CISAM, HUOC e PROCAPE é de constatar, cotidianamente, a precarização e o esgarçamento das condições de trabalho dos profissionais de Enfermagem – e seu consequente sofrimento.

O sucateamento das condições de trabalho no serviço público não se dá por obra do acaso – é calculada, milimetricamente, para jogar a população contra o trabalhador. Desqualifica-se o servidor e abre-se, assim, caminho fácil para todo tipo de contratação que não seja por concurso público – e para desmantelar o próprio serviço público, sob o argumento de que o mesmo é ineficiente. Quando um cidadão não tem atendimento satisfatório num hospital público, ele não avalia que aquilo é resultado da falta de políticas públicas decentes para a Saúde. Julga, de pronto, que o único responsável pelo atendimento insatisfatório que teve, é o servidor público. A Enfermagem, que fica na ponta do atendimento, leva toda essa carga.  A degradação chegou a um nível que os sindicatos que têm em sua base, profissionais de Enfermagem não fazem mais frente a tanto caos – é preciso que uma nova força surja para travar esse combate. E esta força é a união entre sindicatos e Coren. Mas uma união para fazer valer o Código de Ética e não para ficar registrando foto em evento social.

INTERDIÇÃO ÉTICA E OMISSÃO DO COREN


Nós, do Sindupe, certamente fomos o primeiro sindicato em Pernambuco, a invocar ainterdição ética como forma de pressionar o Poder Público a resolver um problema que desgastava os profissionais de Enfermagem – em nosso caso, os que estavam lotados no Centro de Material e Esterilização – CME, do HUOC. A autoclave daquele setor foi condenada e, de um momento para outro, os profissionais de Enfermagem dali passaram a levar material para esterilizar em outros hospitais. Levavam cotidianamente, e mais de uma vez por dia, dezenas de quilos em instrumental em viaturas precaríssimas. Essa rotina os colocava sob os mais diversos riscos – desde acidentes no percurso até o surgimento, ou agravamento, de doenças ocupacionais por conta da carga que carregavam. Também colocava em risco a saúde dos pacientes, pois é bem discutível a qualidade de um material que chega a uma sala de cirurgia depois de ter rodado por boa parte do Recife. Chegou um tempo, em que os profissionais de Enfermagem não agüentaram mais essa rotina e chamaram o Sindupe.

Os profissionais de Enfermagem não queriam deixar de esterilizar os instrumentais, só não queriam continuar a fazer isso fora do HUOC – e com toda razão, pelos inconvenientes e desconfortos criados pela nova rotina. Reivindicavam que a autoclave condenada fosse trocada por uma nova, que estava, inclusive, encaixotada no HUOC. Levamos o problema à direção do hospital e a solução apresentada, aos trabalhadores de Enfermagem, não foi satisfatória. Chegou-se a um momento em que buscar uma saída junto à direção do HUOC, pela forma com que tratavam do assunto, tornou-se estéril.

Então, mostramos aos profissionais de Enfermagem do CME que o caso ensejava ainterdição ética do setor – demonstramos que isso era um instrumento que constava no Código de Ética da Enfermagem, apesar de nunca termos visto ninguém usá-lo.Esclarecidos sobre o instrumento de luta, baseado no Código de Ética da Enfermagem, os trabalhadores aprovaram que se decretasse a interdição ética do CME caso seu problema não fosse resolvido em determinado prazo. Mandamos ofício à direção do HUOCe ao COREN mostrando o problema, justificando a interdição ética, a partir de determinada data, como defesa dos profissionais de Enfermagem contra o trabalho degradante a que estavam sendo submetidos. Não nos lembramos do prazo final, mas lembramos que era uma segunda-feira. No final de semana que antecedeu essa segunda-feira, tiraram a autoclave condenada do CME e estacionaram a autoclave nova. Finalmente, a montanha havia se mexido! Então os profissionais de Enfermagem definiram que não decretariam mais a interdição ética, já que a autoclave nova estava sendo instalada. Mas definiram que diminuiriam, até o funcionamento da autoclave nova, a remessa de material para esterilizar fora do HUOC – o que diminuiria, momentaneamente, o número de cirurgias no hospital e suas idas e vindas também. Essa medida foi encampada até que a autoclave foi posta para funcionar alguns dias depois.

O que mais nos surpreendeu, nesse processo, foi a ausência do COREN no dia em que a interdição ética seria decretada.Um gesto dessa natureza, pelo seu simbolismo, deveria ser acompanhado por sua presidente! Mas ela não estava lá... Ninguém estava... Só a direção do SINDUPE e os servidores do setor. Alguns dias e depois do problema resolvido, chegou uma fiscal do COREN – mas a questão aqui não é com trabalhador do COREN. Naquele momento, questionamo-nos o seguinte: como o SINDUPE promove uma interdição ética e o COREN não encosta para reforçar a conduta? Qual o motivo dessa omissão? Agora, durante esse processo eleitoral do COREN, essa resposta chegou. A atual presidente do COREN foi ao SINDUPE fazer um balanço de sua gestão. Inicialmente, falamos da ação do CREMEPE em defesa do exercício profissional dos médicos, inclusive com a decretação da interdição ética em alguns órgãos públicos em Pernambuco. E lhe perguntamos o porquê de o COREN ser tão tímido na defesa do exercício da Enfermagem, o porquê de não se fazer uma interdição ética em hospitais em que até as pedras sabem que o profissional de Enfermagem trabalha em condição aviltante, abjeta e degradante. Para nossa surpresa, responderam que interdição ética não é o COREN quem deve fazer, mas sim a Vigilância Sanitária! Também disseram que quando encontram alguma irregularidade, costumam promover uma Ação Civil Pública para que a justiça resolva o problema. Essa resposta foi dada a diversos diretores do SINDUPE presentes à reunião – o que não deixa hipótese alguma para que se especule que isso relatado aqui seja uma inverdade. E essa foi a resposta mais infeliz que a atual direção do COREN poderia ter dado!

Deixou-nos preocupados escutar da atual gestão do COREN que quem deve fazer interdição ética é a Vigilância Sanitária – ela sabe, perfeitamente, que a interdição ética é um instrumento que consta no Código de Ética da Enfermagem e que o COREN é quem deve decretá-lo. Essa resposta, infeliz, foi uma forma de tentar justificar sua omissão e, ao mesmo tempo, de tentar subestimar nossa inteligência. Erraram duas vezes! É que mesmo havendo, por parte da atual direção do COREN, a capacidade de patrocinar uma interdição ética, falta-lhe coragem para efetivá-la. A omissão é resultado da falta de disposição para fazer cumprir um Código de Ética que está sob sua responsabilidade. Aí, o mais cômodo é dizer que tem ação na justiça... Tira-se, assim, responsabilidade da gestão do COREN e joga-se na justiça – que leva anos para resolver qualquer coisa. Um problema político-administrativo é mais rapidamente resolvido com ação política ou com ação na justiça? É claro que é com uma ação política enérgica – que, no caso do COREN, passa por deixar de ter medo de usar a interdição ética e criar um fato que chame à atenção da sociedade para os problemas enfrentados no exercício da profissão. Se nós, no SINDUPE, fôssemos esperar que a justiça concedesse nossa Equiparação Salarial, morreríamos e não veríamos esse dia chegar. Mas com uma ação política coordenada e firme, conquistamos nossa Equiparação – algo que muitos servidores nem acreditavam! A história nos mostra que problema não é resolvido com medidas protocolares, mas sim com muita luta! O que é, também, papel do COREN – algo que a atual direção esquece.   

Há algo mais penoso do que o exercício da Enfermagem na emergência do PROCAPE? Não! Dissemos isso, inclusive, à atual presidente do COREN. Se ela chegar naquela emergência vai ver o descalabro! Mas ela chegou lá? – Nunca! No HUCO são necessários mais de 800 profissionais de Enfermagem para que o dimensionamento nos setores fique de acordo com a resolução do COFEN – mas a omissão política da atual gestão do COREN, sobre o assunto, é um espanto!  Não há uma ação política, por parte da atual direção do COREN, que honre a Enfermagem Pernambucana. O fato é que, a cada segundo, o Código de Ética da Enfermagem é rasgado nos mais diversos hospitais de Pernambuco e fica por isso mesmo.
Até a página virtual do COREN, na internet, mostra a estúpida despolitização a que o profissional de Enfermagem é submetido - parece um balcão de oferta de cursos, de congressos, mas nada mostra de combate às condições indignas de trabalho. Cerca de 90% da home é de oferta de cursos e congressos. É apenas disso que a Enfermagem precisa? Agora olhe-se a home do CREMEPE ou a dos Assistentes Sociais, é outro nível! Mas o COREN trata um profissional de Enfermagem como descerebrado. Não, de forma alguma! O que falta na verdade é que quem se habilite a dirigir órgão de classe ou representação não se furtem a defender.
Foi a partir dessas reflexões que decidimos, o SINDUPE e mais outras seis entidades – entre federação, associações e sindicatos -, apoiar o grupo UM COREM PARA TODOS – INTEGRAR PARA AVANÇAR, para as eleições de 11 de setembro. E essas entidades todas não declarariam apoio a um grupo que não fosse fazer uma bela luta pela dignidade do profissional de Enfermagem. Basta de omissão! Basta de tanto ter que trabalhar e dar muito mais do que receber! Basta de ser explorados nos plantões e não se ter uma direção, no COREN, que dê combate às condições indignas de trabalho.Essa é uma eleição para dar um basta à omissão! 

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

SINDUPE DECLARA OFICIALMENTE APOIO ÀS CHAPAS 2 E 3

Diante de mais de 400 pessoas, em auditório lotado, durante Assembléia da categoria, o presidente do SINDUPE, Gleidson Ferreira apresentou às Chapas 2 e 3 para os trabalhadores da UPE e declarou oficialmente o apoio da entidade, ao Grupo que quer fazer "UM COREN PARA TODOS".


Na sequência a vice-presidente da Associação dos Servidores da UPE, Verônica Magalhães, com direito à fala, convocou toda categoria a dar um voto de confiança aos membros das Chapas 2 e 3 na expectativa de que a enfermagem deixe de ser "invisível aos olhos da sociedade". Verônica conclamou os profissionais e votarem nas chapas que querem a unidade com as demais entidades, pra assim fazer a enfermagem ter a visibilidade que merece, com a força da união.

Por fim, Dra. Simone Diniz se apresentou, representando ambas as chapas, e novamente reforçou o compromisso com a integração com todas as entidades. Reforçando a importância de que a enfermagem possa voltar a ocupar importantes espaços sociais que foram preteridos pela atual gestão, deixando de se fazer presente em discussões importantes, que dizem respeito à categoria.

O grupo saiu do plenário aplaudido pelas centenas de profissionais presentes.

Rumo à vitória das Chapas que tem o compromisso de integrar e fazer "UM COREN PARA TODOS"!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A FEDERAÇÃO NACIONAL DOS ENFERMEIROS, OFICIALIZA: A MELHOR OPÇÃO PARA PERNAMBUCO É UM "COREN PARA TODOS"



A Federação Nacional dos Enfermeiros – FNE, apóia no estado de Pernambuco a CHAPA 2 para Enfermeiros  e a CHAPA 3, para Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.

Nós apoiamos o grupo que quer fazer UM COREN PARA TODOS. E apoiamos as CHAPAS 2 e 3, porque acreditamos na democracia e na seriedade de um projeto político que foi traçado e que é apoiado pelo conjunto das entidades da Enfermagem Pernambucana.

Por isso convido a todos os Técnicos e Auxiliares de Enfermagem de Pernambuco, para no dia 11 de setembro, darem seus votos à CHAPA 3 e a todos os Enfermeiros a votarem na CHAPA 2. Para que o sonho de termos uma enfermagem unida possa se tornar realidade. Vamos eleger o grupo que vem apoiado pelo conjunto das entidades, numa sinalização clara de quem tem o melhor projeto para Enfermagem de Pernambuco.

Solange Caetano
Presidenta da FNE

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

OS APOIOS NÃO PARAM DE CHEGAR: SATENPE TAMBÉM ESTÁ COM AS CHAPAS 2 E 3


Estamos em plena campanha eleitoral no COREN-PE, fato esse, que pedimos a todos auxiliares e técnicos de enfermagem que votem na CHAPA 3, “UM COREN PARA TODOS INTEGRAR E AVANÇAR” e peçam aos nossos amigos enfermeiros que votem na CHAPA-2 , pois temos as seguintes propostas entre outras: 
Unir as entidades representativas da enfermagem (sindicatos, associações e sociedade) para buscar a integração na defesa dos interesses da enfermagem Pernambucana. 

Reafirmar em âmbito estadual a construção de uma aliança Nacional entre as organizações da enfermagem Brasileira. 

Participa da construção e efetivação das políticas públicas, defendendo os interesses e necessidade dos profissionais da enfermagem em Pernambuco. 

NÃO ESQUEÇA:
1.DIA 11 DE SETEMBRO DE 2011- ELEIÇÃO COREN-PE; AUXILIARES E TÉCNCOS DE ENFERMAGEM VOTAM CHAPA- 3; ENFERMEIROS VOTAM CHAPA-2;
 
2.O VOTO É OBRIGATÓRIO PARA INSCRIÇÕES DEFINITIVAS, O NÃO COMPARECIMENTO OCASIONA MULTA NO VALOR DE UMA ANUIDADE. 

3.SE VOCÊ TEM INSCRIÇÕES DE NIVEL MÉDIO E SUPERIOR TEM QUE VOTAR NAS DUAS CATEGORIAS. 

4.QUEM ESTIVER EM DÉBITO TAMBÉM VOTA. 


Francis Herbert da Conceição 

Presidente SATENPE

Fonte: SATENPE

ENFERMAGEM DE PERNAMBUCO UNIDA NA CAMPANHA DO COREN: SEEPE FORMALIZA APOIO INSTITUCIONAL AS CHAPAS 2 E 3

CARTA DE APOIO DO SEEPE À CHAPA 2- COREN/PE – 2011


CARTA DE APOIO À CHAPA 2- COREN/PE - 2011

Segundo reza norma instituidora dos Conselhos de Enfermagem (Lei Federal nº 5.905/1973), o COREN-PE é uma autarquia regulamentadora, cuja função primordial se assenta não somente da manutenção e fiscalizacao dos serviços de enfermagem, mas também, e principalmente, na preservação de certos valores elementares como a vida, a igualdade, a liberdade, a integridade, a segurança, a qualidade de vida, dentre outros. Devido sua natureza institucional, tem por obrigação manter-se como entidade representativa destinada à fiscalização das condições de trabalho, podendo, inclusive, aplicar sanções disciplinares e administrativas, após processo específico, às pessoas físicas e jurídicas consideradas infratoras. 

Como entidade de Direito Público, o COREN-PE tem o dever de zelar pelo INTERESSE SOCIAL da enfermagem pernambucana, fiscalizando o exercício da profissão, propondo alternativas de melhoria do ambiente laboral, moralizando o ofício, dando-o seu devido valor ressaltando sua importância no cenário brasileiro, e trilhando caminhos diretivos e planejados para a execução dos planos e metas traçados. Para que possa, no entanto, bem desenvolver essas funções essenciais é indispensável a construção de laços e alianças de amplitude nacional, já que, como entidade federal representativa nos Estados, não se pode dar o luxo de trabalhar isoladamente.  

É a própria Lei 5.905/73 que determina que os conselhos devem agir em harmonia com as demais entidades representativa da classe, harmonia essa que embora tenhamos tentado inumeras vezes, nao conseguimos com a atual gestao do COREN-PE. Por isso que o SEEPE, consciente da importância da unidade, vem manifestar seu apoio incondicional à CHAPA 2, na busca pela edificação de um projeto em prol da enfermagem pernambucana coeso e, de fato, aplicável. Essa é a hora de mudar e sairmos da marola em que se encontra nossa classe. "Lutar, lutar, até que os cordeiros virem leões", esse é nosso lema.

É imprescindível deixarmos de ser presas e transformarmos em predadores os quais buscam a implementação e aplicabilidade de nossos direitos. Para tudo isso, porém, é preciso integração. E esse feito só será possível com a CHAPA 2. Como diria Aníbal, "Ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um". É isso que o SEEPE e a CHAPA 2, por meio do COREN-PE, estão procurando fazer. Nosso apoio, portanto, aqui está devidamente manifestado por acreditarmos num futuro melhor para a categoria. 
INTEGRAÇÃO E AVANÇO PASSAM PELA UNIDADE.

Sindicato dos Enfermeiros no Estado de Pernambuco- SEEPE

Fonte: SEEPE

ELEITORA NOS ENVIA 11 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR NA CHAPA 1

FIQUE SABENDO

      1.      A enfermeira Celia Arribas ocupou o cargo de Secretária do COREN-PE, por três gestões seguidas sob a presidência de Julita Feitosa, ou seja, 09 anos. Ao todo está há doze anos no Conselho. Mas, deseja manter-se no comando do Conselho por mais três anos, o que somaria 15 anos. ISSO SIM, É CONTINUIDADE!

     2.     Celia Arribas, atual gestora do COREN-PE mantem funcionário que acumula 4 cargos. Entretanto, Celia Arribas alegando que o acúmulo de cargos profissional geravam prejuízo aos cofres do COREN-PE, atuou nos termos da lei e da orientação jurídica e afastou uma outra enfermeira em situação similar. Qual a diferença entre os respectivos trabalhadores com situações equivalentes? Em que difere a aplicabilidade da lei e a orientação da Assessoria Jurídica? Até porque, o ato da demissão da profissional, gerou um passivo a pagar perante a justiça do trabalho e prejuízo aos cofres do COREN-PE.

     3.      Celia Arribas, atual gestora do COREN-PE, por meio de portaria, instituiu jornada de trabalho de 30h semanais para os enfermeiros no cargo de fiscal, porem um fiscal não foi contemplado, fato que tem como conseqüência um passivo a pagar ao referido profissional e prejuízo aos cofres do COREN-PE.

     4.     Celia Arribas, atual gestora do COREN-PE mantem no quadro de prestadores de serviço, um profissional que encontra-se arrolado em vários processos judiciais  e,  com registro de evidencias ao passado negro e sujo do sistema COFEN/CORENs. Como se não bastasse, o profissional não reside em Pernambuco, o que evidentemente eleva os custos financeiros do nosso COREN-PE, e acaba que nós pagamos essa conta com o nosso dinheiro e suor.  

     5.      Celia Arribas, na atual gestão do COREN- PE, e concorrendo na CHAPA 1, permitiu que a entidade perdesse importantes assentos nos espaços políticos como: no Conselho  Estadual de Saúde, Conselho Estadual de Saúde do Idoso, Comissão Interinstitucional de Saúde do Trabalhador, Comissão de Saúde Mental, Comitê de Mortalidade Materna, entre outros. 

     6.  Celia Arribas, presidente do COREN-PE fechou a subseção de Limoeiro. E nas subseções de Petrolina e Caruaru, retirou fiscais, deixando apenas uma estrutura administrativa para a arrecadação de anuidades e transferência de documentos. 

    7. Celia Arribas na atual gestão do COREN-PE, não apresenta as ações que foram tomadas frente ao Governo do Estado relativo ao descumprimento do TAC 01/2008 firmado no MPE, que trata da realização do concurso publico para os profissionais de enfermagem. Será que deve-se ao fato do TAC ter sido assinado pela gestão anterior do COREN-PE?

      8.   Celia Arribas na atual gestão do COREN-PE, publiciza no jornal do Conselho inverdades sobre o PL 2295/2000 que dispõe sobre a jornada de trabalho 30h semanais.

     9.  Celia Arribas na atual gestão do COREN-PE promove curso de Atualização no Programa de Tuberculose e Hanseníase, designando fiscal desatualizado em relação ao esquema terapêutico no programa de Tuberculose. Um descuidado com o nome da instituição, com a saúde pública e com a educação dos profissionais que assistiram ao curso.


     10. Celia Arribas na atual gestão do COREN-PE, conta com apoio político do deputado estadual Clodoaldo Magalhães, contudo vale salientar que o mesmo quando presidente da comissão de saúde, o deputado não efetivou nenhuma ação para reverter a problemática da escala 12X36 e realização de concurso para os profissionais de enfermagem no âmbito da SES. O deputado sequer compareceu a reunião agendada com o SEEPE na ALEPE.


     11.Portanto não se pode admitir registros da presidente do COREN-PE, Celia Arribas denotando transferência de responsabilidade e sinalizando para um processo de  vitimização.

Este texto nos foi enviado pela eleitora Ana Cristina. As CHAPAS 2 e 3 agradecem a colaboração e se mantém abertas pra receber outros materiais com críticas, sugestões de postagem ou qualquer outro tipo de colaboração.
Relembramos o email de contato do Grupo UM COREN PARA TODOS: corenparatodos@hotmail.com

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

REPRESENTANTE DO LÍDER DO PT NA CÂMARA FEDERAL AFIRMA APOIO ÀS CHAPAS 2 E 3

VICE-PRESIDENTE DA ASUPE DECLARA O APOIO ÀS CHAPAS QUE REPRESENTAM "UM COREN PARA TODOS"

MARIA LUIZA PORTO DA FUNESO PUBLICA SEU APOIO AS CHAPAS 2 E 3

ENFERMEIRA DO HC-PE AFIRMA QUE ACREDITA QUE "COREN PARA TODOS" É A MELHOR ESCOLHA

ENFERMEIRA DO HC-PE TAMBÉM VAI VOTAR EM "UM COREN PARA TODOS"

PROFISSIONAL DO HOUC TAMBÉM APÓIA AS CHAPAS 2 E 3